Pessoas, ministérios, escala, cultos, ministério infantil, o aplicativo dos fiéis e também o financeiro. O que hoje está espalhado em caderno, planilha e grupo de WhatsApp passa a caber num lugar — numa linguagem que a sua equipe entende sem treinamento.
Um caderno aqui, uma planilha ali, três grupos de WhatsApp e o resto na cabeça de quem sempre resolveu. Funciona — até a pessoa faltar.
O irmão some por dois meses e a igreja só descobre quando alguém pergunta por ele. Não por descaso: é que não há como acompanhar duzentas pessoas de memória.
Quem toca, quem recebe, quem cuida das crianças. Combinado por mensagem, esquecido na semana seguinte, e alguém sempre falta sem avisar.
Anotação no caderno, recibo na gaveta, saldo na memória. Quando ele adoece ou se muda, a igreja descobre que não sabia de nada.
Sem centro de custo, sem plano de contas de 400 linhas, sem menu em inglês. O Alicerce fala de dízimo, oferta, culto, escala e voluntário — porque foi desenhado ouvindo quem faz esse trabalho na igreja, culto após culto.
Quer ver como ficaria com o nome e os dados da sua igreja?
Cada pessoa da equipe enxerga apenas o que é dela. O líder de louvor não vê o caixa; o tesoureiro não vê as fichas das crianças.
Quem serve, quem esteve presente e quem precisa de atenção.
Um aplicativo para o membro, incluído sem custo extra.
Da oferta do culto ao relatório da assembleia, sem planilha.
Dez minutos de conversa e você vê tudo isso funcionando.
Cinco coisas que nasceram de problemas reais do dia a dia da igreja.
Cada criança tem uma ficha com quem está autorizado a retirá-la. Na entrada, sai uma etiqueta com código e QR — uma para a criança, outra para quem trouxe. Na saída, o voluntário lê o QR ou digita o código, e o app mostra quem pode levar.
A cada culto, a presença é marcada em um toque. Com o tempo, o Alicerce começa a apontar: "sentimos falta de 7 pessoas". Nome por nome, com quantas semanas faz, e o telefone ao lado para o pastor chamar.
Monte a escala de cada culto — domingo, quarta, vigília, o que for — e um toque avisa cada pessoa no WhatsApp com a função e o horário dela. A ordem do culto sai em PDF para a equipe toda.
Uma trilha de leitura curta, um capítulo por dia, com sequência, estrelas e um personagem que acompanha. O fiel abre o app para ler — e já vê o aviso do culto, a agenda e o pedido de oração.
Toque no + a cada cédula e moeda. A soma é feita sozinha, sem calculadora e sem papel. No fim, sai um comprovante com a igreja, o culto, a data, a tabela e as duas assinaturas.
Um toque publica o resumo do mês no app dos fiéis: o que entrou, o que saiu e no que foi gasto. Sem expor quem deu quanto.
Cada vez menos gente anda com dinheiro no bolso. O membro que sempre dizimou chega no culto, procura a carteira e não tem nada. Não é falta de vontade — é que o mundo mudou e a igreja não acompanhou.
Quem quiser pode deixar a contribuição programada para o dia do mês que escolher, por Pix ou cartão. Sem depender de lembrar, sem depender de estar presente. E cancela sozinho no app, quando quiser, sem precisar falar com ninguém.
A reforma do telhado, o ar-condicionado, a van da missão. A igreja abre o projeto no app e a congregação vê a barra subir: quanto já foi, quanto falta, quantas famílias participaram. O valor entra num fundo separado — não se mistura com o caixa do mês.
Isso é um recurso a mais, não o coração do Alicerce. A igreja que não quiser oferecer contribuição pelo app simplesmente não liga — e nada disso aparece, nem para a liderança, nem para o membro. Todo o resto do sistema funciona exatamente igual. Para quem ligar, o dinheiro cai direto na conta da igreja, e cada contribuição já entra lançada no financeiro, com recibo automático para quem contribuiu.
Dinheiro, membros e crianças. Tratamos os três com o cuidado que merecem.
A separação é feita no banco de dados, não só na tela.
Quem cuida da escala não enxerga o caixa. Quem cuida do caixa não enxerga as crianças.
Quem lançou, quem editou, quem apagou e a que horas.
Backup completo para baixar quando quiser. Sem ficar refém de ninguém.
Foi essa a régua do projeto. Letra grande, botão grande, nada de termo técnico: em vez de "conciliação bancária", o app diz "conferir com o banco". Se a pessoa usa WhatsApp, usa o Alicerce. E a gente acompanha as primeiras semanas junto com a sua equipe.
Serve, e talvez seja aí que o Alicerce faça mais diferença. A maior parte do que ele resolve não é dinheiro: é a escala que vive no grupo do WhatsApp, o irmão que sumiu e ninguém percebeu, a criança entregue para quem chegou primeiro, o membro que só sabe do evento se estiver no culto. O financeiro está lá e é completo — mas é uma das três áreas, não a razão de existir.
Não. O fiel abre um link no celular e pode colocar o atalho na tela inicial, que fica com cara de aplicativo. Não passa por loja da Apple nem do Google, não ocupa espaço no telefone e atualiza sozinho. O acesso dele é por um código que a igreja distribui.
Depende do tamanho da igreja e do que você quer usar. Preferimos conversar antes de falar de número — em dez minutos a gente entende a sua realidade e te diz com honestidade se o Alicerce faz sentido ou não para vocês.
Não. Abre no navegador do celular e do computador, e dá para colocar o atalho na tela inicial como se fosse um aplicativo. Funciona no Android e no iPhone.
O app continua abrindo e mostrando o que já estava carregado. Para gravar algo novo ele avisa que precisa de internet, em vez de fingir que salvou e perder o lançamento.
Dá. A gente ajuda a trazer o histórico e o cadastro de membros na implantação. E o Alicerce exporta tudo em planilha a qualquer momento, inclusive para o contador.
É o contrário: o Alicerce nasceu para a igreja que não tem departamento de TI nem secretária em tempo integral. Você liga só as áreas que fazem sentido — o resto fica desligado e nem aparece no menu.
Ficou alguma dúvida que não está aqui? Pergunte direto.
Dez minutos de conversa, sem compromisso. A gente mostra o app funcionando e você decide se faz sentido.